Com saída obrigatória do cargo, governador inicia rearranjo administrativo para acomodar aliados, preparar a sucessão e organizar o tabuleiro proporcional.
Os alertas vêm de dentro: relatórios apontam sinais claros de esgotamento - e os diagnósticos são produzidos por instituições que têm a função de antecipar riscos.
Remoção de pastor escancara crise de comando na Assembleia de Deus e expõe influência familiar na condução da chamada “Igreja Mãe”.
Do vandalismo inquestionável à expansão do poder punitivo, os desdobramentos do 8 de Janeiro inauguraram uma zona de tensão entre a proteção das instituições e os limites do Estado de Direito no Brasil.
Decisão de Alexandre de Moraes atinge o núcleo da autonomia técnica do Conselho Federal de Medicina e reacende o debate sobre o avanço do Supremo sobre competências legalmente definidas.
Perda de 15 mil m³ de fluido ocorreu durante perfuração no Poço Morpho, a quase 3 mil metros de profundidade.
Celular apreendido virou peça-chave da investigação sobre o Banco Master e alimenta tensão entre políticos, reguladores e o Supremo Tribunal Federal
Indecisão do governo brasileiro na Margem Equatorial ilustra o custo do possível prejuízo: o País discute o projeto sem avançar há dez anos.
BRT Metropolitano trouxe avanços pontuais, mas ausência de planejamento metropolitano, fiscalização efetiva e gestão viária alimentam caos.
Confusão no Porto de Camará no retorno do Ano Novo revela falhas recorrentes na logística, fiscalização insuficiente e a ausência de planejamento estatal em períodos de alta demanda.
Anúncio antecipado do prefeito Igor Normando prioriza evento religioso na programação dos 410 anos da cidade e levanta questionamentos sobre equilíbrio, tradição e neutralidade institucional.
Afastamento repentino do pastor Marcelo Campelo, anunciado sem aviso prévio, provoca protesto público no Umarizal e reabre ferida interna sobre decisões administrativas e uso de patrimônio da igreja.
Fim de um casamento de 25 anos entre duas figuras centrais da política de Capitão Poço expõe rearranjos de poder, pressões nos bastidores e possíveis efeitos na máquina estadual.
País tornou-se involuntariamente o epicentro em uma batalha pelo futuro da economia mundial; trata-se de uma partida de xadrez que está longe de terminar.
Da Havaianas à Nike usada por Maduro no ato da prisão, episódios expõem como a polarização transforma publicidade e vestuário em códigos ideológicos e reduz debate a símbolos fáceis de consumir
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