Levantamentos iniciais mostram desempenho tímido de sucessores de governadores; no Pará, quadro foge à regra, mas ainda inspira cautela.
largada informal da corrida de 2026 começa a consolidar um padrão incômodo para grupos no poder: ocupar o governo não tem sido suficiente para garantir tração eleitoral. Em diferentes Estados, vice-governadores que assumiram o comando após a saída dos titulares enfrentam dificuldade para converter a máquina administrativa em intenção de voto, e expõem uma fragilidade que pode redesenhar disputas locais.

Convenção define corrida ao Legislativo mirando unidade, mas pressiona por protagonismo no Executivo, cuja vaga de vice segue em aberto.
Em Minas Gerais, Mateus Simões, que assumiu após a saída de Romeu Zema, aparece com cerca de 4% das intenções de voto. O número reflete um desafio clássico: transformar exposição administrativa em reconhecimento eleitoral em um colégio grande e competitivo.
No Rio Grande do Sul, o cenário se repete. Gabriel Souza, sucessor de Eduardo Leite, marca aproximadamente 4,7%. Mesmo com a estrutura de governo, ainda não conseguiu consolidar presença junto ao eleitorado.
No Paraná, o grupo governista, hoje orbitando em torno de Darci Piana após a saída de Ratinho Júnior, também enfrenta dificuldades para transferir capital político. Nomes ligados ao Palácio aparecem em patamares baixos nas pesquisas iniciais.
O Rio de Janeiro apresenta um quadro ainda mais fragmentado. Sem um sucessor natural claramente viabilizado pelo grupo de Cláudio Castro, a disputa se organiza em torno de nomes externos à máquina estadual. O prefeito Eduardo Paes larga na frente, com cerca de 42%, ocupando o vácuo deixado pela indefinição governista.
Mas há exceções à regra e nem todos os estados seguem essa tendência. Em Goiás, Daniel Vilela, que assumiu após Ronaldo Caiado, aparece na dianteira. O desempenho sugere uma transição mais bem ancorada politicamente, com base consolidada e maior capacidade de transferência de prestígio.
No Pará, o cenário também se diferencia - ao menos por enquanto. A governadora Hana Ghassan, sucessora de Helder Barbalho, surge em empate técnico na liderança. O dado indica competitividade, mas está longe de encerrar a disputa.
Apesar da posição inicial mais confortável, aliados reconhecem que o desafio local segue aberto. A consolidação do nome de Hana depende de fatores que vão além da estrutura de governo: definição da chapa, escolha do vice e acomodação de aliados ainda em movimento no tabuleiro estadual.

•Uma reunião, ontem, na Assembleia Legislativa, juntou o ex-delegado Fernando Moraes, o presidente Chicão Melo (foto) e o deputado Nilton Neves para destravar o processo de promoções da Polícia Civil. O caso segue na Casa Civil, com expectativa de publicação em 1º de maio.
•Pelos dados em circulação, o aval técnico teria mantido, por ora, mas ficariam de fora cargos em extinção como motorista policial, perito e auxiliar técnico. A exclusão gerou reação interna e cobrança por revisão da lista.
•No PAE nº 2026/2388596, o Delegado-Geral pediu reconsideração: quer antecipar os efeitos financeiros para maio. O movimento, porém, não incluiu - ao menos até aqui - a reinserção dos cargos excluídos.
•Entre servidores, causa estranheza o foco no calendário de pagamento, sem avanço paralelo na ampliação da lista. A crítica é direta: discutir maio ou junho seria secundário diante da cobrança por inclusão.
•Há parecer técnico apontando viabilidade orçamentária, mesmo assim, o processo segue travado em decisão de natureza política e administrativa.
•Moraes levou o pleito ao Legislativo e diz ter encontrado “atenção positiva” do presidente Chicão Melo e do deputado Nilton Neves para revisar a listagem e acelerar a publicação.
•A base cobra tratamento isonômico e fala em união para evitar “distorções”. Nos bastidores, a leitura é de que ainda há janela para ajuste antes da canetada final.
•Na Feira Agrícola Agrishow, Flávio Bolsonaro disse que "o governo Lula trata o agro como lixo" e que “as pessoas não precisarem depender de político nenhum”.
•Plataformas onde usuários compram e vendem previsões sobre realities shows, eventos esportivos, eleições e jogos eletrônicos passaram a ser consideradas Bets.
•A Anatel foi para cima delas e já bloqueou 27 plataformas, incluindo a Polymarket, maior na categoria no Brasil.
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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