André Margulhão é designado para vaga de Marcus Aurélio Vale da Silva, enquanto Corregedoria avalia caso de Eulina Rabelo.
residente do Tribunal de Justiça do Estado, a desembargadora Maria de Nazaré Gouveia designou o advogado André Queiroz Mergulhão para responder pelo Cartório de Único Ofício de Tracuateua, em substituição ao tabelião titular Marcus Aurélio Vale da Silva, que deixou a Serventia para assumir cartório no Estado do Goiás, ao ser aprovado em concurso público. A decisão do TJ, porém, repercutiu negativamente no Tabelionato de Bragança e Augusto Corrêa, onde os tabeliães Antônio Pereira e Eulina Rabelo pleiteavam a interinidade do Cartório de Tracuateua.

O fato é que a Corregedoria do Tribunal de Justiça, segundo fontes da Coluna
Olavo Dutra, espichou os olhos para as Serventias da região bragantina.
Exemplo disso seria a situação da ex-deputada Eulina Rabelo, que ‘está’ titular
do Cartório de Augusto Corrêa acumulando a função pública de diretora da
Unidade Regional de Ensino-Seduc, cargo comissão DAS 4.
O que se diz é que tanto Eulina
Rabelo quanto Antônio Pereira são mantidos no cargo por questões políticas e
por supostos ‘entendimentos equivocados’ da legislação. O TJ, por
exemplo, mantém alguns tabeliães não concursados à frente de cartórios por entender
que, uma vez que estavam em atividade quando a Constituição de 1988 foi
promulgada, a esses profissionais é resguardados o ‘direito precário’ de se
manter no cargo.
Com a saída de Marcus Aurélio Vale
do Cartório de Tracuateua, resta apenas um tabelião concursado na Comarca de
Bragança, a tabeliã Luciana Machado Cordeiro, titular do Cartório de
Bacuriteua, que também está deixando a comarca para assumir Cartório no Piauí,
onde foi aprovada concurso público do TJ.
Resumo da ópera: sem os tabeliães Marcus Vale e Luciana Cordeiro de Tracuateua
e Bragança, respectivamente, a região só ficará com três cartorários
concursados - os Oficiais Registradores Aristóteles Abreu, titular do Cartório
de Capanema, Kilma Gondim, titular do Cartório de Viseu e Rogério Domingues,
titular do Cartório de Cachoeira do Piraí e interino de Santa Luzia do Pará.
Recentemente,
circulou informação aparentemente equivocada segundo a qual a presidência do TJ
atropelou decisões do Conselho Nacional de Justiça e do Supremo Tribunal
Federal ao nomear um não concursado para assumir Serventia no Pará.
Foi
no caso em que o tabelião concursado e titular do Cartório do 1° Ofício de
Registro de Títulos e Documentos e Registro Civil das Pessoas Jurídicas de
Belém, Marcelo Chada, entregou a Serventia da qual era titular para assumir
delegação via concurso público no Rio de Janeiro. A informação sobre a nomeação
de um suposto não concursado pela desembargadora Maria Nazaré Gouveia não foi
confirmada.

· O que se diz é que o MDB tem
pesquisas internas que apontam que o prefeito Edmilson Rodrigues (foto) não conseguirá
se recuperar junto ao eleitorado para levar a disputa em Belém para o segundo
turno.
· O partido do governador trabalha para
disputar o segundo turno com o candidato do PL, delegado Eder Mauro, que segue
líder nas pesquisas
· Leitores da coluna pedem providências
contra a crônica falta de água nos bairros da Condor e Jurunas, em
Belém.
· O problema acontece há mais de
dois anos, seja inverno ou verão. Quando tem água, a pressão não é suficiente
para chegar às torneiras.
· Na manhã do último domingo, 14,
Felipe Lago foi morto a tiros em um ataque armado sobre rodas na avenida Brás
de Aguiar, bairro Canutama, em Benevides.
· Familiares tentaram socorrê-lo, mas
ele não resistiu. Em 2024, o Instituto Fogo Cruzado já registrou 51 ataques
armados sobre rodas na Região Metropolitana de Belém, nos quais 39 pessoas
morreram e 23 ficaram feridas.
· Dados da Secretaria-Adjunta de
Inteligência e Análise Criminal Segup apontam redução de 66,63% no número de
roubos no Estado de janeiro a junho, comparada ao período de 2018.
· Em Belém, considerando, em igual
período, a taxa de redução foi de 66,56% entre 2024 e 2018.
· Em números absolutos, o Pará
registrou de janeiro a 30 de junho 18.951 roubos - 37.843 registros a menos que
2018.
· Para não dizer que a coluna não
fala de flores: o Pará foi o Estado que menos executou os recursos do Fundo
Nacional de Segurança Pública até 2022. Os números não mentem: Pará - 45%;
Tocantins - 36%; e Santa Catarina - 34%.
· Explique-se.
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
ALina Kelian
19 de Maio de 2018 ResponderLorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipisicing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nostrud exercitation ullamco laboris nisi ut aliquip ex ea commodo consequat.
Rlex Kelian
19 de Maio de 2018 ResponderLorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipisicing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nostrud exercitation ullamco laboris nisi ut aliquip commodo.
Roboto Alex
21 de Maio de 2018 ResponderLorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipisicing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nostrud exercitation ullamco laboris nisi ut aliquip ex ea commodo consequat.