Denúncia sobre movimentação financeira leva TCM a cobrar explicações da Prefeitura de Marituba.
movimentação das contas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) em Marituba acabou na mesa do Tribunal de Contas dos Municípios do Pará após denúncia apontar supostas irregularidades nas operações bancárias e falhas na prestação de informações sobre o uso dos recursos da educação.

Entre as suspeitas levantadas estavam a presença de CNPJs de empresas privadas em extratos bancários do fundo, possíveis inconsistências no domicílio bancário das contas do Fundeb e a ausência de transmissão de relatórios bimestrais obrigatórios referentes a 2025.
Na resposta encaminhada ao tribunal, o município admitiu atraso na transmissão das informações ao Sistema da Informações sobre Orçamentos Públicos, atribuindo o problema à troca da equipe responsável pela contabilidade da Secretaria de Educação. Segundo a prefeitura, as providências para regularização do sistema já estariam em andamento.
A administração municipal também contestou a tese de operações financeiras irregulares. De acordo com os esclarecimentos apresentados, a presença de CNPJs de empresas nos extratos bancários não indica pagamento indevido, mas corresponde à identificação dos contribuintes que recolhem tributos - como ICMS, IPVA e outros impostos - cuja parcela é automaticamente destinada à formação do fundo.
Outro ponto questionado na denúncia foi a existência de dois CNPJs vinculados à gestão educacional do município. A prefeitura afirmou que um deles pertence ao Fundo Municipal de Educação, responsável pela gestão das políticas educacionais, enquanto o outro corresponde ao fundo específico destinado à movimentação financeira dos recursos do Fundeb, procedimento que, segundo a defesa, seria prática comum na administração pública para fins de segregação contábil.
Análise técnica da assessoria do tribunal concluiu que, embora tenham sido identificadas falhas formais - como atraso na transmissão de dados e desatualização cadastral -, não foram encontrados indícios de desvio de recursos ou de má-fé na gestão do fundo educacional.
Os técnicos destacaram ainda que os extratos apresentados demonstram que toda a movimentação financeira do Fundeb no exercício de 2025 ocorreu por meio de uma única conta vinculada ao Banco do Brasil, o que afastaria a hipótese de utilização de contas paralelas.
Apesar das explicações consideradas suficientes na análise preliminar, o episódio revela como inconsistências administrativas e atrasos na prestação de contas podem levantar suspeitas sobre a gestão de recursos públicos sensíveis, especialmente quando se trata de verbas destinadas à educação básica.
No caso de Marituba, a denúncia acabou servindo para expor fragilidades no controle e na transparência das informações financeiras do sistema educacional municipal, tema que permanece sob a vigilância dos órgãos de controle.

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Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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