Ao menos 400 drones e 30 aeronaves convencionais operam em seis municípios prejudicando pomares, hortas, criações e áreas habitadas.
Denúncias levadas aos órgãos de fiscalização do Estado seguem sem respostas e problema se agrava a cada dia/Fotos: Divulgação.
equenos produtores rurais de Paragominas, Ulianópolis, Dom Eliseu, Rondon do Pará, Abel Figueiredo e Bom Jesus do Tocantins afirmam não saber mais a quem recorrer diante do avanço descontrolado de pulverizações agrícolas por aviões e drones.
Levantamentos feitos por entidades locais indicam que cerca de 400 drones agrícolas e ao menos 30 aeronaves tripuladas operam atualmente nesses municípios, realizando aplicações em lavouras e áreas de pastagem. O problema, relatam os agricultores familiares, não se limita a propriedades vizinhas: a deriva química causada pelo vento leva os agrotóxicos por quilômetros, atingindo pomares, hortas, criações e áreas habitadas.
As queixas se repetem nas Secretarias Municipais de Meio Ambiente, mas raramente avançam. Segundo os denunciantes, o peso político e econômico dos grandes fazendeiros acaba por neutralizar fiscalizações e providências efetivas. O resultado é devastador: pomares inteiros perdidos, surgimento de doenças respiratórias e pulmonares, relatos de aumento da incidência de câncer, além do esvaziamento de vilas rurais, algumas já extintas após a inviabilização da produção familiar.
Diante da omissão local, sindicatos de trabalhadores rurais organizam comissões para levar as denúncias diretamente a Belém, onde pretendem protocolar pedidos de providências junto à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Agência Nacional de Aviação Civil, Delegacia de Meio Ambiente e à Superintendência regional do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Os dossiês que acompanham as denúncias incluem relatórios técnicos, endereços, identificação de responsáveis e coordenadas de GPS das propriedades, com o objetivo de exigir medidas legais, fiscalização efetiva e responsabilização pelas pulverizações consideradas abusivas.
No campo, o sentimento é um só: enquanto os venenos seguem voando, a agricultura familiar vai ficando sem chão - e sem voz.
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·O TSE manteve decisão que absolveu o senador Jorge Seif de acusações de abuso de poder econômico nas eleições de 2022.
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Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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