Ação cumpre 12 mandados de busca e apreensão; um investigado foi preso com R$ 1,2 milhão em espécie sem comprovação do dinheiro
Belém, PA - A Polícia Federal deflagrou, com a participação da Controladoria-Geral da União (CGU), nesta terça-feira (15/9), a Operação Sonar. O objetivo é apurar a atuação de organização criminosa voltada ao desvio de recursos públicos, à exigência de vantagem indevida de fornecedores, ao direcionamento de contratações e à lavagem de capitais no âmbito de empresa pública federal sediada em Belém.
São cumpridos 12 mandados de busca e apreensão expedidos pela 4ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Pará, em endereços residenciais, empresariais e institucionais.
Um investigado foi preso em flagrante pelo crime de lavagem de capitais, na modalidade de ocultação de valores, após ser encontrado em posse de mais de R$ 1,2 milhão em espécie, sem comprovação de origem lícita da quantia.
Foram também apreendidas joias e veículos de luxo, bem como documentos, dispositivos informáticos e mídias de armazenamento, que serão submetidos à perícia. Os valores e os bens apreendidos permanecem à disposição da Justiça Federal.
Além das apreensões, foi feito o afastamento de 12 servidores do exercício de suas funções públicas, com proibição de acesso às dependências e aos sistemas da empresa e de contato entre os investigados e com fornecedores; bloqueio patrimonial de R$ 17 milhões, voltado à recuperação de ativos e à garantia da reparação do dano ao erário; afastamento dos sigilos bancário e fiscal de 35 investigados; e suspensão de contratos e de cessões de uso vinculados às empresas sob suspeita.
Há indícios de retenção de faturas de serviços comprovadamente prestados com exigência do pagamento de comissão em espécie para a liberação dos valores devidos, além do direcionamento de contratações, mediante situações emergenciais artificialmente criadas, em favor de empresas previamente ajustadas, bem como de ocultação e de dissimulação do produto dos crimes mediante sociedades sem estrutura operacional e interpostas pessoas.
São apurados, em tese, os crimes de organização criminosa, peculato, concussão, corrupção passiva, crimes em licitações e contratos administrativos, falsidade ideológica e lavagem de capitais.
Foto: Divulgação/PF
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
ALina Kelian
19 de Maio de 2018 ResponderLorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipisicing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nostrud exercitation ullamco laboris nisi ut aliquip ex ea commodo consequat.
Rlex Kelian
19 de Maio de 2018 ResponderLorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipisicing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nostrud exercitation ullamco laboris nisi ut aliquip commodo.
Roboto Alex
21 de Maio de 2018 ResponderLorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipisicing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nostrud exercitation ullamco laboris nisi ut aliquip ex ea commodo consequat.