Programa “Praça viva” começa com a cessão da Praça da Bandeira ao Exército, responsável pela construção, manutenção e segurança do novo espaço no centro da capital.
gestão Igor Normando decidiu recorrer à Parceria Público Privada para tentar administrar a cidade de Belém, seguindo os passos dos seus antecessores Edmilson Rodrigues e Zenaldo Coutinho. Na quinta-feira, 24, o prefeito lançou o programa “Praça Viva”, iniciativa voltada à revitalização de praças e áreas verdes da capital.

Apesar de a Agência Belém, órgão oficial de divulgação da prefeitura, afirmar que se trata de uma “iniciativa inovadora”, esta não é a primeira tentativa de juntar o público e o privado em Belém. No final da década de 1990, por exemplo, a loja Sol Informática colocou em prática o projeto “Por Amor a Belém”, em parceria com a prefeitura, que envolveu a população na busca de recursos para financiar a recuperação de logradouros públicos sugeridos pela própria comunidade. Naquela época, sequer existia o conceito de PPP, mas o objetivo da loja era mostrar ao cidadão que não cabe apenas ao governo gerir esses espaços.
Àquela altura, o projeto lançou uma campanha na internet e instalou urnas na cidade para o público fazer suas escolhas. A parceria consistia em que a Funverde elaborava o projeto e abria licitação para contratar a empresa responsável pelo serviço. Ao fim da primeira campanha, em 1998, 4.634 internautas votaram, elegendo a Praça da Sereia, na avenida Presidente Vargas. No ano seguinte, o local indicado e recuperado foi a Pracinha do Largo de São Brás, rebatizada como Praça da Poesia. A campanha seguiu em 2003, quando a escolhida foi a Praça Amazonas, sempre com a Sol Informática tomando a frente para recuperar as praças, seja com recursos próprios, seja com a colaboração de pessoas e entidades.
O alerta à Prefeitura de Belém foi dado em junho, quando o Comando Militar do Norte assinou com a prefeitura o acordo de parceria cedendo ao Exército Brasileiro a Praça da Bandeira, no bairro da Campina. A assinatura foi formalizada pelo prefeito Igor Normando e o representante do Exército, o general Ricardo Vendramin. Os prazos de construção e entrega do espaço revitalizado ainda não foram divulgados.
“A Praça da Bandeira ganhará um novo cenário com o Exército Brasileiro, que passa a administrá-la. Essa é uma entrega que vai beneficiar um dos mais grandiosos e significativos equipamentos públicos que pulsam no coração da cidade, mas que, por muitos anos, esteve abandonado”, disse o prefeito.
O Exército será responsável pela construção, manutenção e segurança do novo espaço. A iniciativa foca na conservação, sustentabilidade e bem-estar da população. “A Praça da Bandeira tem muita ligação afetiva conosco, tendo mais de 100 anos de existência, além de estar na frente do Quartel General. Vamos tomar conta da praça, junto com a prefeitura. Será um processo gradativo em uma parceria duradoura e para o bem de todos”, disse o general Vendramin. O projeto da nova Praça da Bandeira, que tem cerca de dez mil metros quadrados, incluirá estacionamento, área de gastronomia, espaço infantil, quadra poliesportiva e um Museu do Exército.
O prefeito Igor Normando disse que o programa Praça Viva “é mais do que um programa de revitalização urbana”. “Ele simboliza uma nova forma de governar, baseada na colaboração entre a prefeitura, a iniciativa privada e a comunidade, visando à construção de uma Belém mais limpa, segura e acolhedora para todos”, complementou. Na oportunidade, Igor Normando lembrou que uma das primeiras ações do programa já está em andamento: a revitalização da Praça da Bandeira.
Instituído por lei e decreto municipais, o “Praça Viva” prevê parcerias para a conservação, manutenção e revitalização de praças e áreas verdes de Belém. A coordenação do programa está sob responsabilidade da Secretaria Executiva de Desoneração e Parcerias, liderada pelo secretário Fábio Rodrigues. Entre os principais benefícios oferecidos pelo programa estão a valorização e revitalização de espaços públicos, o estímulo à responsabilidade social da iniciativa privada, a redução de custos com manutenção para o município, a melhoria da qualidade de vida da população, a instalação de mobiliário urbano, pontos de hidratação, lixeiras e áreas de lazer, além da realização de eventos culturais e ações comunitárias.

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Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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