O etanol mostrou-se mais competitivo em relação à gasolina em sete Estados
São Paulo, 15 - Os preços médios do etanol hidratado caíram em 14 Estados, subiram em 3 e ficaram estáveis em 9 Estados e no Distrito Federal na semana de 6 e 12 de julho. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilados pelo AE-Taxas. Nos postos pesquisados pela Agência em todo o País, o preço médio do etanol subiu 1,20% na comparação com a semana anterior, passando de R$ 4,16 para R$ 4,21 o litro.
Em São Paulo, principal Estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, o preço ficou estável, em R$ 3,96 o litro na comparação semanal. A maior queda porcentual na semana, de 1,92%, foi registrada em Rondônia, onde o litro passou de R$ 5,21 para R$ 5,11. A maior alta no período, no Distrito Federal, foi de 0,64%, de R$ 4,68 para R$ 4,71 o litro.
O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 3,19 o litro, em São Paulo. O maior preço, de R$ 6,36, foi observado em Santa Catarina. Já o menor preço médio estadual, de R$ 3,77, foi registrado em Mato Grosso, enquanto o maior preço médio foi verificado no Amazonas, de R$ 5,49 o litro.
Competitividade
O etanol mostrou-se mais competitivo em relação à gasolina em sete Estados na semana de 6 a 12 de julho. Na média dos postos pesquisados no País, o etanol tinha paridade de 66,68% ante a gasolina no período, portanto favorável em comparação com o derivado do petróleo, conforme levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas.
Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado.
O etanol é mais competitivo em relação à gasolina nos seguintes Estados: Acre (69,99%); Goiás (68,06%), Mato Grosso (62,01%); Mato Grosso do Sul (65,55%); Minas Gerais (68,02%); Paraná (67,69%), e São Paulo (65,45%).
Foto: Divulgação
Estadão conteúdo
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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