Dinheiro economizado deve ser usado para bancar o programa Pé-de-Meia
Brasília, 03 - O presidente da República,
Luiz Inácio Lula da Silva, enviou, na noite da segunda-feira, 2, o texto da
Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que contém parte das medidas do pacote
fiscal. A mensagem do envio foi publicada em edição extra do Diário Oficial da
União (DOU), mas o conteúdo da PEC ainda não estava público até o fechamento
deste texto, perto do fim da noite da segunda-feira.
Dentre as ações propostas, estão alterações no abono salarial e no Fundo de
Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos
Profissionais da Educação (Fundeb), como mostrou o Broadcast, sistema de
notícias em tempo real do Grupo Estado.
O chefe do Executivo fechou o texto na noite da segunda-feira em reunião com
ministros e líderes do governo. Segundo minuta obtida pela reportagem, o texto
traz as alterações nas regras de concessão do abono salarial, benefício no
valor de um salário mínimo hoje pago a trabalhadores que recebem no máximo dois
mínimos mensais.
A medida define que serão elegíveis à política quem ganha até R$ 2.640, o valor
de dois salários mínimos em 2023, já que o direito é adquirido dois anos antes.
A partir de 2026, conforme já divulgou a equipe econômica, esse valor será
corrigido pela variação anual do Índice Nacional de Preços ao Consumidor
(INPC). A ideia é que a porta de entrada para o abono seja limitada, ao fim do
período de transição, a quem ganha até um salário mínimo e meio, o que
ocorreria em 2035, segundo a projeção da Fazenda.
Outro ponto é que o texto encaminhado ao Congresso determina que o tema
envolvendo as exceções ao teto remuneratório do funcionalismo público seja
disciplinado em lei complementar. Foi a forma que a equipe econômica encontrou
para ter um controle maior dos chamados supersalários.
Já a parte do Fundeb propõe colocar despesas do ensino em tempo integral no
guarda-chuva do fundo, sugerindo destinar 20% da complementação da gestão para
ações de fomento à criação e à manutenção de matrículas em tempo integral na
educação básica pública.
O dinheiro economizado deve ser usado para bancar o programa Pé-de-Meia, que
fornece uma bolsa para estudantes do ensino médio, que havia ficado de fora do
Orçamento.
Fonte: Estadão conteúdo
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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