Mais de 80 alunos do Instituto Estadual Carlos Gomes interpretam a montagem musical promovida pela Fundação Carlos Gomes
Belém, PA - A Fundação Carlos Gomes realiza, nos dias 16 e 17 de junho, o espetáculo musical A Bela e a Fera, na Igreja de Santo Alexandre, às 19h, com entrada gratuita. A concessão de ingressos, no entanto, está sujeita à lotação máxima da plateia. A história dos personagens do conto será apresentada, a partir de uma livre adaptação, pelos alunos dos projetos de extensão do Instituto Estadual Carlos Gomes.
A Bela e a Fera é um dos enredos das histórias de fantasia que seguem valorizados por adultos e crianças. Este ano, como parte das atividades dos projetos de extensão da Orquestra Sinfônica Carlos Gomes e Ópera Estúdio, o público poderá assistir a história da Bela e da Fera, com texto adaptado pela escritora paraense Bárbara Gibson.
De acordo com Pedro Messias, coordenador dos projetos de extensão participantes, a obra faz parte das atividades de formação dos alunos, e contribuirá para a aprendizagem do processo metodológico de uma produção de musical. “Está é a primeira vez que a obra será apresentada pelos alunos da instituição. Teremos no palco mais de 80 alunos que atuarão como instrumentistas, cantores e dançarinos, tendo como objetivo principal a formação acadêmica deles”, adianta Pedro, que atua também como diretor geral do espetáculo.
“O processo de preparação para a apresentação é pensado para dar conta dos desafios de produção que cada grupo precisa dominar. A orquestra deve tocar um volume grande de músicas, com peças organizadas para diferentes momentos da história encenada, além de lidar com o desafio estilístico da linguagem de uma produção no estilo musical. Para os alunos do Ópera Estúdio, o principal desafio é a exigência técnica e profundidade estética que a parte cênica e coreográfica exige, explica o professor.
Para o superintendente da Fundação Carlos Gomes, Gabriel Titan, oferecer aos alunos a oportunidade de participar de grandes produções, como as desenvolvidas nos concertos da Orquestra Sinfônica Carlos Gomes e nas produções do Ópera Estúdio, “cria os alicerces de uma formação mais completa, pois tais produções requerem muita preparação, ensaios e responsabilidade por parte dos alunos”, diz Titan. “Os alunos podem, assim, aprender fazendo, e quando forem atuar profissionalmente poderão oferecer a qualidade técnica que o mercado artístico demanda”, conclui o superintendente da FCG.
Foto: Divulgação/FCP
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
ALina Kelian
19 de Maio de 2018 ResponderLorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipisicing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nostrud exercitation ullamco laboris nisi ut aliquip ex ea commodo consequat.
Rlex Kelian
19 de Maio de 2018 ResponderLorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipisicing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nostrud exercitation ullamco laboris nisi ut aliquip commodo.
Roboto Alex
21 de Maio de 2018 ResponderLorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipisicing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nostrud exercitation ullamco laboris nisi ut aliquip ex ea commodo consequat.