Pará tem quatro municípios dos dez maiores poluidores do País - Altamira, São Félix do Xingu, Pacajá e Novo Progresso.
ede da COP30 em novembro deste ano, o Pará tem quatro dos dez municípios que mais emitem gás carbônico no Brasil, e um deles, Altamira, na região sudoeste do Estado, lidera a lista, de acordo com o Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SEEG). O Sistema aponta que a principal causa das emissões de gases de efeito estufa na Amazônia é o desmatamento, e o Pará concentra a maior área desmatada.

Os outros municípios da
lista são: São Félix do Xingu, Porto Velho
(RO), Lábrea (AM), São Paulo (SP), Pacajá, Novo
Progresso, Rio de Janeiro (RJ), Colniza (MT) e Apuí (AM).
Oito dos dez municípios que mais
emitem gases de efeito estufa estão na Amazônia, sendo o Rio de Janeiro e São
Paulo os únicos fora da região. Juntas, as dez cidades mais poluidoras do País
emitem mais gases de efeito estufa do que países como a Holanda,
na Europa, e o Peru, na América do Sul.
O Sistema de Estimativas de Emissões
de Gases de Efeito Estufa é uma plataforma online que fornece estimativas
anuais de emissões de gases de efeito estufa para todos os setores da economia
brasileira e também são utilizados para orientar políticas públicas e dar
transparência sobre as trajetórias de redução de emissões do País. O
Sistema considera as emissões de todos os 5.570 municípios brasileiros em
setores como energia, indústria, agropecuária, tratamento de resíduos e mudança
do uso da terra e florestas.
As principais fontes de gases de
efeito estufa no Brasil são a queima de combustíveis fósseis e o desmatamento
da Amazônia. Foram emissões de 35,2 milhões de toneladas de
dióxido de carbono equivalente (tCO2e) em 20 anos.
O Brasil tem trabalhado para reduzir
as emissões de gases de efeito estufa de várias formas, mas ainda enfrenta
desafios para cumprir as metas. A atividade agropecuária é a maior
emissora de gases de efeito estufa no Brasil, respondendo por 74% do total, sendo
a fermentação entérica, ou "arroto" do boi, a principal fonte de
emissão, com 61,1%. O aumento do rebanho bovino, o uso de calcário e
fertilizantes sintéticos nitrogenados são alguns dos fatores que contribuem
para o aumento das emissões.
O desmatamento ilegal é
a principal fonte de emissões de gases de efeito estufa no Brasil, contribuindo
com 31% das emissões em 2021. Cerca de 94% do desmatamento ocorre na
Amazônia.
Uma acentuada redução de emissões vem
da eletricidade, visto que a matriz energética do Brasil é considerada uma das
mais limpas do mundo. A geração de eletricidade brasileira vem
principalmente de fontes de energia renovável, como a solar, a eólica, e,
principalmente, as hidrelétricas. A redução do uso de usinas termelétricas
nos últimos anos contribuiu para a redução das emissões.
O setor de resíduos contribui
com apenas 4% das emissões nacionais. As medidas de quarentena podem ter
aumentado as emissões, principalmente pela disposição de lixo em aterros
sanitários e lixões.
Na última COP, de número 29, no
Azerbaijão, no mês novembro passado, o Brasil anunciou uma meta de reduzir em
até 67% a emissão de gases de efeito estufa até 2035.
Muito se fala sobre os gases de
efeito estufa, mas pouco se sabe sobre eles. Um dos principais é
o Dióxido de Carbono (CO2), proveniente da queima de combustíveis
fósseis, desmatamento e outras atividades humanas. O Metano
(CH4) é liberado durante processos naturais, como a decomposição
orgânica em pântanos, bem como por atividades humanas, como pecuária, produção
de gás natural e aterros sanitários. O metano é um gás de efeito estufa
mais potente do que o CO2, mas sua concentração é menor.
Outro gás é o Óxido Nitroso
(N2O), liberado principalmente por atividades agrícolas, como o uso de
fertilizantes nitrogenados, e pela queima de combustíveis fósseis. Assim
como o metano, o N2O é mais potente como gás de efeito estufa em comparação com
o CO2. O Vapor de Água (H2O) é o gás de efeito estufa mais
abundante na atmosfera, mas suas concentrações são influenciadas principalmente
pelas mudanças climáticas e variam naturalmente.
Os Fluorcarbonetos e outros
gases industriais são produzidos industrialmente, como os
hidrofluorcarbonetos (HFCs), perfluorcarbonetos (PFCs) e hexafluoreto de
enxofre (SF6), são extremamente potentes como gases de efeito estufa, embora
suas concentrações sejam muito baixas.
A preocupação com as concentrações
crescentes desses gases de efeito estufa reside no fato de que eles estão
contribuindo para o aquecimento global e os impactos das mudanças
climáticas.
A mitigação das mudanças climáticas
envolve a redução das emissões desses gases, bem como a adoção de práticas
sustentáveis para limitar o aumento das temperaturas globais. Em 2024, o Brasil
passou por, pelo menos, quatro grandes ondas de calor, o que deixou cidades
como Rio de Janeiro e São Paulo em alerta máximo.

· Do alto de sua ineficiência, o Ministério da Saúde reconhece que a
dengue matou mais brasileiros do que a covid-19, em 2024: o macabro placar
ficou 5.972 X 5.858 favorável ao mosquito.
· Por isso, comenta-se nos bastidores de Brasília que nem os episódios da
conflituosa relação com o ditador Nicolás Maduro deixam Lula (foto) mais
furioso do que ser chamado de "presidengue".
· Seguindo sua incrível capacidade de anunciar metas ousadas, embora
depois as varra pra debaixo do tapete, o governo federal promete ampliar
acordos comerciais com a Ásia para abrir 300 novos mercados para impulsionar a
exportação de carnes, frutas e grãos.
· A Polícia Rodoviária Federal é campeã de transparência e governança, de
acordo com o painel da Lei de Acesso à Informação, produzido pela
Controladoria-Geral da União.
· É bom ficar ligado: a Receita Federal avisa sobre a existência de sites
simulando leilões eletrônicos de mercadorias apreendidas, usando até,
indevidamente, a logo da instituição.
· J Já estão vigorando os três primeiros editais do "Programa de
Transação Integral", iniciativa do governo federal por meio da
Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e Secretaria Especial da Receita
Federal, que visa promover a regularização de passivos tributários.
· Com a nova ferramenta fiscal, o governo prevê arrecadar a bagatela R$ 5
bilhões em 2025, conforme previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias.
· Cerca de 300 mil bebês nasceram antes de 37 semanas de gestação no País
em 2023.
· Qual a causa, afinal, por trás da alarmante taxa (13%) de nascimentos
prematuros do Brasil?
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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