No Pará, caso incorporação seja concluída, bancada do partido do governador saltaria de 13 para 16 deputados estaduais.
Gestores são surpreendidos com anúncio de recursos para execução de obras do Hospital de Itupiranga, sudeste do Estado.
Governador do Pará perdeu uma guerra de narrativas do mesmo jeito que Napoleão Bonaparte: tendo razão; e o Psol, que parecia estar morto e sepultado, canta vitória.
Reeleição esbarra no fato de que o atual reitor substituiu o titular seis meses antes da eleição anterior, o que caracterizaria a segunda recondução ao mesmo cargo.
Presidente da Assembleia Legislativa abre caminho para apaziguar os ânimos entre Estado, indígenas e professores e reafirma capacidade de negociação que estava faltando na crise.
Crise na educação do Estado chega ao Judiciário com pedidos de explicações do STF sobre legislação e proibição de publicações consideradas “faltas” nas redes sociais do governador.
Luciana Valente é o nome escolhido por Wilson Niwa que, por sua vez, mira o comando do Comitê de Risco da cooperativa, cargo que o tornaria, caso eleito, “fiscal de si mesmo”.
Pedido de explicação ao Sistema Penitenciário feito pelo presidente da Comissão de Segurança das Ordem, Ivanildo Alves, não condiz com promessa de campanha de “fazer diferente”.
Instituição é cobiçada pelos deputados estaduais Erick Monteiro, do PSDB, e Thiago Araújo, do Republicanos, ambos apoiadores do governo Helder Barbalho.
Crise institucional do Estado abafa as vitórias políticas do governador do Pará no primeiro mandato e impõe perdas à aprovação acima de 70% que lhe garantiu 2º turno das eleições.
Secretário Patrick Trajan governa por memorandos, dispensa professores, reduz vencimentos e arrocha em medidas que atingem formação e inclusão educacional.
O mais importante evento da conferência está no radar do Planalto e pode ocorrer em cidade mais estrutura de hospedagem e de segurança dos participantes.
MP e prefeituras de São Sebastião da Boa Vista, Parauapebas e Marabá adotam medidas de segurança para evitar tragédias como a que ocorreu na Ponte JK, sobre o rio Tocantins.
Gestão da reitora Herdjania Freitas invade ponto sem volta depois de quatros anos; crise atinge Belém, Capanema e Tomé-Açu, com mais uma eleição fora de hora pelo meio.
Para Charles Alcântara, “instabilidade e tensão política devem se alastrar e pressionar o governo, mas luta pela Lei Orgânica da Administração Tributária continua.
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