Desde o início da gestão Igor Normando, prefeitura persegue e rompe contratos com empresas remanescentes da administração anterior, mas vez ou outra se atrapalha.
Ideia era criar Gabinete de Segurança Institucional para dar segurança ao prefeito Daniel Santos, ao vice-prefeito Hugo Atayde e ao presidente do Legislativo, Vanderray Silva.
Câmara aprova política voltada para um segmento que se agiganta, ocupa espaços públicos indiscriminadamente na cidade e cria ‘cracolândias’ inclusive na frente da sede da prefeitura.
Até que ponto essa troca é genuína, justa e transparente? A prática pode violar tanto o Código do Consumidor quanto a Lei de Proteção de Dados.
Todos os contratos de aluguel para o evento, que aconteceria em Marabá, foram cancelados, fato que a Associação atribui à “perseguição política”, mas o governo do Estado se justifica.
"Um cerimonialista", no meio do evento, "teria tempo ou intenção para agredir uma criança?", indaga suposta vítima; ele "teria dito alguma coisa depreciativa", reagem supostos agressores.
Reprovações em série evidenciam descaso com normas fiscais, previdenciárias e educacionais nas prefeituras de Santo Antônio do Tauá, São João do Araguaia e Santa Maria das Barreiras.
Cotação feita pela Secretaria Nacional do Consumidor, que apura prática de abuso, confirma que valores cobrados em Belém superam números praticados no mercado de Dubai.
O clima é de alta tensão: negociação com hotéis é substituída por notificação impositiva do governo federal.
Recursos apontam falta de exercício efetivo da advocacia e candidaturas incompatíveis com cargos públicos, mesmo assim aprovadas no crivo da instituição no Pará.
O problema é o desequilíbrio: a superexposição da prefeita Patrícia Alencar toma lugar da prestação de contas, da transparência e do compromisso com o cidadão.
Igor Normando entra na linha de fogo mais uma vez por "torturar a arte e a cultura" da capital do Estado desde que assumiu, quando praticamente dizimou a Fundação Cultura de Belém.
Morosidade prejudica a saúde e as finanças de aposentado, que aguarda a liberação de R$ 26 mil depositados em conta judicial há um ano.
Nem precisa ousar mais, como fez com o que só faltou mostrar o MDB, partido dela - por acreditar que há 'segredo' entre 180 amigos -, prefeita de Marituba atinge a marca recorde e deixa Helder no retrovisor.
Assembleia Legislativa do Estado, que negou decisão do TCE, propõe agora a rejeição do parecer e o pedido de arquivamento do processo.
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